(...)
Mesmo de longe seus olhos me tocavam.
Sempre surpreendida por um tímido observador!
[ Primeiro Ato ]
Até que um dia sua boca se dirigiu a minha...
Delírio alcoólico? Ardente desejo?
Talvez um amante de oportunidade.
No começo a razão imperava, mas não resistiu por muito tempo.
Quebraram-se as correntes, minha libido agora pertencia a ele!
Novo dia raiava, esperança de transformação. A situação era vergonhosa. Se fazia necessária uma habitualidade inexistente.
Tornei-me um monstro!
[ Segundo Ato]
O interesse daquela lua já havia se esgotado.
Atrapalhei o galanteio, mudei a direção de seus planos. Estava faminta: queria comer e BEBER!
Provei do sabor esperado.
"A bela" adormeceu, para mim.

